Sigo palavras e busco estrelas
O que é que o mundo fez
Pra você rir assim
Pra não tocá-la, melhor nem vê-la
Como é que você pôde se perder de mim
Faz tanto frio, faz tanto tempo
Que no meu mundo algo se perdeu
Te mando beijos
Em outdoors pela avenida
E você sempre tão distraída
Passa e não vê, e não vê
Fico acordado noites inteiras
Os dias parecem não ter mais fim
E a esfinge da espera
Olhos de pedra sem pena de mim
Faz tanto frio, faz tanto tempo
Que no meu mundo algo se perdeu
Te mando beijos
Em outdoors pela avenida
Você sempre tão distraída
Passa e não vê, e não vê
Já não consigo não pensar em você
Já não consigo não pensar em você
domingo, 20 de março de 2011
Seguindo estrelas
OS PARALAMAS DO SUCESSO
historinha direita]
Sabe aqueles dias em que você pensa...
Na morte da bezerra, em um possível apocalipse, na volta da Dercy dizendo “puta que pariu”... Trágico! A vida é sim, feita de escolhas.
Por mais difícil que seja, não adianta empurrar com a barriga os problemas... principalmente, se esses regulam uma ordem psicológica forte, que atinge não só seu intimo... a família é uma questão relevante nesse momento. No ultimo ponto, não me refiro em família citando avó, tio, tia, primos e bla bla bla... particularmente não considero eles minha familia. E o nome é claro pra isso, PARENTES! Pra mim, familia é minha mãe, pai e irmão... e nada mais. Se há alguém que devo pedir apoio e dar satisfação... são eles.
Voltando, em um dessas escolhas... Aprendi a dar valor a alguém... não a pessoa física... mais uma abstração do real, algo mais subjetivo... ou objetivo no meu querer... ser bacharelado em História. Larguei Direito para seguir um caminho, pelo qual meu coração realmente bate.
Aquele momento: "the only...no exception"
No momento que me perdi, você olhou pro lado e disse: boa sorte.
Foi difícil fazer do meu aço uma nova estrutura... ao menos suficiente pra te suportar, apenas como alguém.
Acredito que você soube aproveitar os últimos 10min rindo de meus devaneios; Fui intenso, controverso em atitudes, mas nunca me enganei com um sentimento – apenas duas palavras – a qual renego uma expressão verbal.
Nunca saberei a recíproca dessa ação, aliás... isso não é relevante no momento. Pensar os momentos bons é sempre confortante, mas sabe... nem só de exceções foi feita minha vida. A carga enérgica de receio reprime qualquer lembrança. É um choque pra mim até pensar dois, três momentos... me vem sempre a mente o dobro de erros... meu erro, teu erro, nosso erro.
Imagino, se bifurcações não tivessem aparecido no caminho ainda estaria vivendo intensamente. É apenas uma suposição. Seria bom? Ruim? Não sei... e se sei, que fique as lembranças no baú de pedra, que hoje chamo coração.
Não podemos viver a margem do passado, e nem deixar que ele solidifique uma perspectiva de ação... Pensa nisso com um desafio: mudança>assimilação>adaptação
Aqui não é um jogo, onde as peças se movem com receio de retroceder fleshes do passado. É a vida! E acredite na circularidade... Já dizem os mais afetuosos, “CUIDADO COM AS PALAVRAS, elas tem poder”. Sim, isso é verdade. Já sofri muito com as palavras... e gesticulações de terceiros, que levo no peito como mais uma lembrança, essa em forma de magoa. Mas isso não é suficiente...
Entrando na minha psicopatia, tenho meu lado sadista... o tempo é circular, e quando você menos pensar... PRONTO! Voltamos ao zero... com uma diferença! que alimenta meu sorriso, e aquele lado escuro da alma... a situação se reverte, e o sujeito da ação? Excita-se! Sou eu...
terça-feira, 15 de março de 2011
Passos na universidade 2 - trote acadêmico
Sempre que ouvimos falar em trotes acadêmicos, vem sempre aquela imagem bizarra de “brincadeiras de mau gosto”. Isso é relativamente comum, e o imaginário segue alto nas cenas de bebedeira, ferimentos, chacotas, humilhações e etc... mas, “não podemos simplificas”, já diz nossa amada professora Eli. Realmente, “isso é muito mais complexo”.Sou a favor do trote universitário, em detalhes... de uma ação leve, sem humilhações, rebaixamento verbal, e tantos outros exemplos, aqueles... que podemos tomar como dito, nas regiões do “sul” do Brasil.O trote acadêmico vai mais que um bom senso e excitação pessoal, em receber os novos acadêmicos, os famosos calouros, com as BOAS VINDAS D’CASA... Irônico não?Há quem diga... mesmo que seja uma receptividade “branda”, é sempre “uma brincadeira de mal gosto”.Que isso pessoal? Cadê o espirito!!!... Um pouco de tinta não faz mal a ninguém.. “ouvi dizer que faz bem pra pele, realça o brilho natural... e a melanina.. hum! Fica mara! A goma, é um brinde, que é incluso no pacote, destaca seres perspicazes!!! Únicos ...” (risos).Brincadeiras a parte, o trote acadêmico tem que ser visto como uma etapa na vida... ou melhor, o batizo! O seu nascimento na universidade...
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Essa é a segunda turma de Bacharel em História da UFPI 2011.1 imagem: arquivo pessoal |
O prazer se forma nas pequenas coisas, nas descobertas, viagens em devaneios, fora de um ostracismo repressor... Faço História! Amo meu curso... em diferente categoria, não um simples licenciado... Bacharel!Ae Você pensa... “que preconceito chato”; é... infelizmente isso ocorre;Nos corredores é fácil ouvir tal “afronta” para NÓS, simples e em escala reduzida de graduandos; apenas em escala, a potencialidade pessoal do grupo não se mede a uma estatística numérica... vai muito além, e é claro, somos pesquisadores... o trunfo em mãos corre paralelo a responsabilidade, entenda bem, BA-CHA-REL.... não licenciado; (risos)Deixando um pouco as correntes do preconceito, isso é uma richa sem muito fundamento. Um bom aluno de História, não foge dos estereótipos de um louco, e porque seria diferente se conforma, abaixar a cabeça pra uma ação negativa, que põe um patamar de superioridade em duas áreas tão similares? Sendo o alvo mestre nos dois ofícios, um prognostico obvio: o amor a História.
domingo, 13 de março de 2011
...de volta
Eu queria ir atrás de uma possível verdade... Aquela! que o tempo calou... que as possibilidades de um novo encontro, não será minha acepção de justo;
...há um tempo... as pedras, e no caminho, uma música que traduz meu anseio... “Lua de cristal" (Xuxa);
Tudo se perde... a medida de um tempo, e um calculo: mais decepções.
Na verdade, eu queria saber calcular, usar as operações matemáticas ao meu favor, mas enfim... me perco na contagem de um troco!! com moedas de cinco centavos.
Ah!.... como eu queria apagar tudo da minha mente... será possível? Uma regressão? Laxante? Tarjas?
A superação seria meu carro forte, se minha arma... a espada oficial do Guerra nas Estrela – o garoto Jedi, não tivesse se perdido, no verão de 95, as 18hs 30min 49 seg....
Hoje, trabalho com algo mais humano, que enche meu espírito de verdade, e me deixa sã dos fatos... agradeço muito mamãe, você me apresentou a luz: Diazepam.
Os dias são outros, e lembro dos momentos, que disgraçadamente chamei de “felizes”.. me trás remorços...
Como eu tive a coragem, de dividir com você meu ultimo pedaço de bolo? (de chocolate, com cobertura de chocolate, recheio de chocolate, com brigadeiro de chocolate e granulado de chocolate: uma aleluia pro meu diabetes) ????
Imagino, você com os olhos grandes, todo sujo de remela, me pedindo um pouco de farinha pra colocar no ovo frito...
Lembro tragicamente, o quão tolo fui, em lhe conceder meu ultimo gole de suco de guabiraba...
Como fui capaz de loucuras?? Meu maaaaior devaneio foi pedir até credito especial ao teu nome! “Vamos falar 25centados INFINIT... de 1hs e 20min”... I LOVE YOU TIM.
É vivendo, aprendendo, bebendo cachaça com essência de morango (mistura pobre que aprendi com os amigos), que os problemas se vão... ou se não, desce mais dois copos (risos);
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