domingo, 20 de março de 2011

Aquele momento: "the only...no exception"


No momento que me perdi, você olhou pro lado e disse: boa sorte.
Foi difícil fazer do meu aço uma nova estrutura... ao menos suficiente pra te  suportar, apenas como alguém.
Acredito que você soube aproveitar  os últimos 10min rindo de meus devaneios; Fui intenso, controverso em atitudes, mas nunca me enganei com um sentimento –  apenas duas palavras – a qual renego uma expressão verbal.
Nunca saberei a recíproca dessa ação, aliás... isso não é relevante no momento. Pensar os momentos bons é sempre confortante, mas sabe... nem só de exceções foi feita minha vida. A carga enérgica de receio reprime qualquer lembrança. É um choque pra mim até pensar dois, três momentos... me vem sempre a mente o dobro de erros... meu erro, teu erro, nosso erro.
 Imagino, se bifurcações não tivessem aparecido no caminho ainda estaria vivendo intensamente. É apenas uma suposição. Seria bom? Ruim? Não sei... e se sei, que fique as lembranças no baú de pedra, que hoje chamo coração.
Não podemos viver a margem do passado, e nem deixar que ele solidifique uma perspectiva de ação... Pensa nisso com um desafio: mudança>assimilação>adaptação
Aqui não é um jogo, onde as peças se movem com receio de retroceder fleshes do passado. É a vida! E acredite na circularidade... Já dizem os mais afetuosos, “CUIDADO COM AS PALAVRAS, elas tem poder”. Sim, isso é verdade. Já sofri muito com as palavras... e gesticulações de terceiros, que levo no peito como mais uma lembrança, essa em forma de magoa. Mas isso não é suficiente...
 Entrando na minha psicopatia, tenho meu lado sadista... o tempo é circular, e quando você menos pensar... PRONTO! Voltamos ao zero... com uma diferença! que alimenta meu sorriso, e aquele lado escuro da alma... a situação se reverte, e o sujeito da ação? Excita-se! Sou eu...

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