domingo, 5 de dezembro de 2010

TEXTO 1: A sociedade global


Vivemos em um mundo de possibilidades. Onde a distancias não se soma ao isolacionismo geográfico e sociocultural, figuradas no acesso limitado nas trocas de informações para com regiões adversas do globo, a exemplo recorrente do século passado, já que nossa “era” aos moldes da explosão tecnológica, transforma o mundo real em uma sociedade global. O acesso a esse novo fluxo de informações cria uma passagem ao pluralismo de culturas, e ao mesmo tempo “asfixia” um corpo, nos tramites da dependência tecnológico.
            O capitalismo que se estrutura na “teia” social, cria uma identidade nacionalista. No processo de sua evolução, notamos a necessidade de mudar seus parâmetros para se “enraizar” cada vez mais nessa conjuntura econômica. De forma que, a nutrição desse sistema é à força de produção em associação as relações de produções. Sendo assim, seu “pré-evolucionismo”, nas bases do sistema mercantilista, foi um engate primordial para o seu “então sucesso”.
            Quando abordamos a idéia de identidade nacional, lembramos que durante a primeira fase do capitalismo, existiam “núcleos isolados” e concentradores da monetariedade do capital. Com a mudança do “eixo” econômico para as “periferias” do globo, fica claro a emergência de novas potêcias econômicas. E por conseqüência, uma defasagem do ideário capitalista: pensar para agir, agir para modificar. Isso tudo na correlação da força de trabalhado, que foi essencial para o ideário de progresso. E modificar, na ótica de redefinir uma nova paisagem social, desligada de um atraso agrícola e rural.
 Nesse verdadeiro jogo econômico, as peças que “compactam” esse tabuleiro, edifica as sociedades nacionais uma imagem, no decorrer dos processos desenvolvimentista com as posteriores relações e complexidade do sistema capitalista, que será sua dependência as sociedades globais. A segunda torna-se aos poucos, uma verdadeira articuladora da “dinâmica” social. Em termos gerais, nos ditos de ações político-econômicos, enquadramento de “condutas” no seu imaginário ideológico, formas culturais que serão “adotadas” por algumas sociedades nacionais, na especificidade da “falta” de força e punho do estado nação, que em recorte analítico, resulta na força externa da sociedade global para com a nacional.
Em diferentes níveis e impactos, o capitalismo que se formata no século XIV nada se compara com as dependências do século XX. As mudanças ao longo prazo, trazem com sigo dúvidas sobre sua estadia nas estruturas, sua permanência. E ao mesmo tempo o desgaste físico de seu projeto idealizador: as diferenças regionais que só aumenta no decorrer dos anos, alastramento das desigualdades técnicas, e por conseqüência desse processo, a fome.
O capitalismo se desenvolve em caráter “sugador”. Precisa de sempre mais. Sua satisfação fica em face dos métodos que encontra em gerenciar essas “desigualdades”, ao criar portais de acessibilidades. O meio de integrar esses “flagelados depressivos da tecnologia”, se dar na criação de vários consumidores. E como ficaria a proposta de um arremate final? Nas idéias mais “óbvias” de quem produz e quer um mercado consumidor e fiel: reduzindo processo de produção, ao baratear preços de produtos.


*trabalho de Introdução a Sociologia
THIAGO VENICIUS DE SOUSA
GRADUANDO BACHARELADO EM HISTÓRIA - UFPI




 FONTE:  (IANNI, Octavio. A sociedade civil mundial, In: A sociedade global)

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Sítio F (2)






Fecha os olhos... e sente n’alma minha presença.
1, 2...
Busca na pele um sinal de fogo...
3, 6...
Respira! Senti... toca.
4, 5...





sábado, 2 de outubro de 2010

...


  


É difícil se desprender de um passado. Não tão distante... Não tão próximo...  Não mais em mim.
É difícil olhar teus olhos, e ver brotando no meu peito um ressentimento. 
As lembranças boas se limitam, se perdem, ou simplesmente acabam... por obrigação.
Sua culpa! em uma única e simples sonora: “faz tanto tempo que eu nem me lembro.
Criei uma alto-defesa, que julga minha personalidade e descreve minha estupidez: como já dizia o vento, o oposto do amor não é o ódio, e sim... A indiferença.Prazer! Não consigo ser mais uma pessoa “normal” ao seu lado.
 
[...]
  
Busquei um encontro a três: eu, a solidão, e o pensamento.
A solidão me disse o quão tolo segui na vida. Abriu-me os olhos pra uma realidade áspera, onde sonhar é difícil... e viver uma utopia, a dois, não vale muito a pena.
Pra que? – para sofrer. Por quem? – alguém que nunca mereceu um sorriso. Por quê? – um dia você amou.
Dialogando com o pensamento, notei que somos movidos por sonhos e descobertas... Sensações que nos instiga a seguir sempre em frente... A experimentar o novo.
Percebi que deixar de lado a inocência de uma criança não tem prazo de validade, onde a confiança/e ser verdadeiro é quase uma piada (até que se prove o contrario).
No momento em que me sondei, me vi no presente... Outra descoberta.
As magoas nos embrutece, e deixa a sensibilidade desfocada para um novo alguém. Mas isso não é tão forte quanto o desejo de encontrar novamente motivos. Não pra sorri. Mas para sentir no peito a correspondência de um desejo... Falsas “expectativas”?! Talvez. Mas já estar valendo a pena... estou pensando n’outro alguém. Você sabe...

Meu eu

"Queria encontrar o ponto

O tempo em que tudo se perdeu

Queria voltar e perceber

o minuto exato em que você se foi

Que a paixão foi junto

E que eu fiquei

Mas difícil saber quando o amor se foi

Se a gente nem percebe ele começar"

                                     Marina G.

Ponta 19]



Vou te contar um segredo...
A avessa do meu interior não se comova com minha historia... sorria, isso basta.
Num simples disfarce, no brilho dos olhos, na fração de um beijo... Senti, agi... Me toca.

Vou te contar um segredo...
Nesse momento te entrego a chave pro meu mundo. Espero que nessa ação você saiba edificar minha segurança, sondar meus desejos... e por confluência, me prender ...

Vou te contar o segredo...
...acho que te amo
                    ...da forma mais errada, por sofrer
Do modo mais simples, por te querer.

Na cifra de uma amanhã. Saudade.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Sítio F



Sabe qual a verdade? Nem eu mesmo sei...
Posso aludir às vezes conhecimentos claros, posso às vezes dizer o que você deseja sonar... 
Posso simplesmente me esquecer de tudo,
ou guardar em mim mais um sentimento.
Se é bom ou ruim... Um dia.. Você saberá.

domingo, 19 de setembro de 2010

ERr




Meu corpo reage ao seu tom. 
Tou criando anticorpos com o vazio na alma.
Tou criando coragem...
                 ...pra te dizer adeus.

sábado, 18 de setembro de 2010

dE)


Coração faz força... Ateia imagens... Não diz mais nada...
coração Bate... Pulsa, impulsa.
...coração tem mordidas.
Quando tudo isso passar vou lhe agradecer...  
Obrigado por fazer parte da minha ferida.
 você criou em mim um monstro. Sobrevivi.

1, 2, 3...


O tempo não se mede nas etapas da vida. Mas no sentimento que brota na alma, floresce no peito... e de um simples fomento se cria um jardim no coração.

Qual olhar?


 

Nutro sentimentos em um simples olhar.
No que diz nada em relances... 
....que diz tudo em meu silêncio.
                                                                                                      GESTICULA!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Passos na Universidade 1 - Inicio

Um dos momentos mais esperados, assim eu penso, é chegar enfim no ensino superior... a tal universidade. Como já dizia “mamãe” ...” o próprio nome já diz tudo, a universidade é um U grande, de múltiplas faces”.Pois é mamãe... Você estava certa.
Quando eu penso que já tinha visto de tudo, chego à universidade e vejo quão inocente fui!!! Lá sim, é o local da diversidade. Você não precisa ir muito longe pra conhecer a natureza de perto: lá tem raridades!!! O IBAMA nem precisa se preocupar com a extinção das espécies, lá a tendência é duplicar-triplicar... . Basta olhar o visual da trupe. (a papagaiada começa no cabelo, e termina nas roupas... é uma geração Restart , ou seria a pré-Tiririca???)
Você pode recorda series da TV, como Power Ranger. É só olhar pro pulso da “trupe”. É cada morfador... huuummm .. De dar inveja.
Lá você ver também como o ser humano cria métodos para burlar a fome.  Basta da uma volta no R.U (restaurante universitário) da UFPI. Os mais aptos “sobrevivem” dentro do grupo: antes do meio dia... antes que a comida acabe... antes que a fila aumente numa projeção geométrica assustadora!!! Você não precisa sair da fila pra notar isso. Uma batidinha nas costa diz tudo: “quaaaanto teeempo”... e assim começa o ciclo vicioso de furar a fila. É a lei da selva. Se você não tem conhecidos na frente.. meus pêsames... rsrs.
No meio acadêmico, conhecemos pessoas incríveis.... de palhaços, sem noções, coloridos, afobados, desenhistas, inteligentes, briguentos, lesados, e o sinal que não poderia faltar... os Dark. Às vezes é de dar medo, o ultimo subitem, é cada coisa.. “euuu hein?”.. .é um tal de assunto de morte, capeta, revolta com a vida, “pq existo? Pra onde vou? Quem sou eu? ... aii...aii.. um mini inferno.. é praticamente um Cine Pipoca diário.
E por finalidade os nostálgicos professores, na incessante tarefa de criar a nova geração: a nossa “trupe” de Historiadores. 

Ilustres: Áurea, Renor, Elisangela e Paulo Angelo                 (Desenho - Igor)

Ilustre: Pedro Vilarinho                      (Desenho - Igor)

Com maior orgulho, faço parte da primeira turma de Bacharel em História na UFPI. Um curso novo, que precisa (e vai) evoluir, fomentar uma estrutura básica para que essa nova chave de profissionais chegue ao mercado de trabalho, não como mais simples graduados, mas como Historiadores da Nova história.. rsrs...

domingo, 12 de setembro de 2010

Sin)*


 Sente essa música... ?
...deixa que ela eleve teu pensamento aos meus.

 [...]
 
Que na sintonia se condensem.
Que mute... e transborde mais um sorriso.

Mais um olhar...


Eu Poderia ter vários sonhos Se não fosse uma bifurcação do destino – Reviver o perigo morto nos sentimentos do mundo. O desejo de transformação iniciaria com o grito da manhã.
Como mais um caso de ficção, me via geneticamente modificado para o filme da minha vida. Algo irreal, ao menos eu ditava assim. Não sabia qual o lado certo. Eu deveria saber me guiar... Deveria saber... 
Naquele momento eu tangia os demônios do silencio. Em mim, ecos de socorro bufavam. Não sentia necessidade de mudar meu exterior.... Adaptava-me a escala diária de humor, do meu próprio perfil. Era difícil e instável saber qual o momento da verdadeira identidade. Admito, até sentia sede com a face de... Estagnado em pensamentos, nenhuma idéia solida era capaz de gerar impulso pra tamanho vazio. “não saberia viver assim. Não saberia por que viveria assim. 
Algo em mim fala Drummond: “vai... Se gauche na vida”. Poético, não!?!!?” 
Minha mente escoria o desejo de mudar. Na frente do espelho, o neon fazia reflexos de um alcoólatra. Não era uma idealização, se há alguma... Exageradamente, era assim que eu mi via: um rosto com formas erronias de um ser imperfeito... 
... Vivi isolado.. Vivi conformado com a instabilidade em meu cerco. A minha caixa de segredos misteriosamente fez nuances, uma melodia de seguir... Batidas fortes que concentravam em... em você. Descreveria a sensação e cada nota pressuposta. Passaria a eternidade recriando se possível. Não saberia ao certo o que me esperava, mas tinha a certeza que o mundo saberia: amaria-te na queda, sentiria o prazer na dor... e em solo uma lagrima cederia ao raia do sol.

Celeiro de sonhos


Na fusão de cores, fecheis os olhos perante o espectro formado ao cair de uma lagrima. Meu corpo queimava... Eram os primeiros raios.
Aquela cena me fechou. Poderia não ver a alquimia do amanhecer, mas sentia a transformação em mim. Pela primeira vez eu tinha a certeza que viver era mais que abrir os olhos.
Meu sangue corria desenfreado.  Veias dilatavam com a certeza de mais um dia... Monótono...  áspero.
No silencio formado...  a minha bolha cética reluz pensamentos corriqueiros. Não consigo controlar por muito tempo uma idéia fixa, capaz de me fazer agir. São tantas decisões, caminhos... e nenhum se cruza numa simples solução.

[S]implicidade em foco


 ..um dia vou olhar pra trás.. e ver que o momento em que pensei parar não fazia sentido; ver em que a hora errada, na verdade, marcava o obituário de mais uma decepção; me movimento na certeza que tudo pode mudar... que o amanhã trará em cima dos raios o calor de mais um beijo, o silencio da saudade... a esfera que me comporta, me satisfaz,e me traduz em um ser particular... lhe dou as pecas... você entra no meu jogo e terá duas opções: a primeira desistir ao sentir a complexidade... não de mim... mas do meu mundo; a segunda ,por afinidade ,se viciar em minha essência.. forme as peças, crie as imagens.. Verá que em cada montagem, irá conhecer um pouco do medo, indecisão, sentimentos internos, e esse grande errante do tempo... o meu tempo de viver. Espero que nessa retilineidade, a avessa ,me ligue a você. Prenda-me em você. Que me faça dizer mais uma vez essas palavras... “te amo”.