domingo, 12 de setembro de 2010

Celeiro de sonhos


Na fusão de cores, fecheis os olhos perante o espectro formado ao cair de uma lagrima. Meu corpo queimava... Eram os primeiros raios.
Aquela cena me fechou. Poderia não ver a alquimia do amanhecer, mas sentia a transformação em mim. Pela primeira vez eu tinha a certeza que viver era mais que abrir os olhos.
Meu sangue corria desenfreado.  Veias dilatavam com a certeza de mais um dia... Monótono...  áspero.
No silencio formado...  a minha bolha cética reluz pensamentos corriqueiros. Não consigo controlar por muito tempo uma idéia fixa, capaz de me fazer agir. São tantas decisões, caminhos... e nenhum se cruza numa simples solução.

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