sábado, 24 de setembro de 2011

"O essencial é invisível para os olhos..."

Desenho de Igo Castro (arquivo pessoal)

 “ – À noite, tu olharas as estrelas. Aquela onde moro é muito pequena para que eu possa te mostrar. É melhor assim. Minha estrela será para ti qualquer uma das estrelas. Assim, gostaria de olhar todas elas... Serão todas suas amigas. E, também, eu lhe darei um presente...”

O Pequeno Príncipe

nota a+

imagem: arquivo pessoal

Bati os dedos sobre a mesa e senti minha terapia funcionar. Caindo um som e a pisa sonora, de repente me veio “um TRÊS um TRÊS”. A mudança dos olhos fecharam as mentiras... era mais uma volta esférica da minha íris ao sol.  Me colocaria de braços abertos para sentir o vento e, mais uma vez... “um TRÊS um TRÊS”. 


terça-feira, 20 de setembro de 2011

CULTUR’ ASTECA: UMA FORMA VERBAL ENTRE AS LINHAS DO TEMPO



Pensar na cultura asteca é filtrar da imaginação cores que cintila um mundo, entre um campo minado de formas onde cada peça guarda seu curinga. Se maravilhar e perder a locação verbal, em prolixidades de Ernan Cortez, colocaria em pontos o desenho social de um povo dito bárbaro, aos olhos do colonizador. Uma dicotomia histórica, ao menos na disparidade final: civilizar. O que surpreenderia? Uma cultura bárbara que forma as representações da vida em uma lógica do cosmo.
Ritos e magia criam o mistério que dinamizam aspectos antropológicos, criam estamentos entre sexos e, diferenças entre classes que dominam e são dominadas. Mais do que símbolos verbais, as colocações dessa cifra se consome em linhas pragmáticas. Na defesa de uma cultura que se organiza na força de um homem, que impõe sua lei na figura de um Deus.
A tecnologia sempre esteve presente em nossas vidas. Conjugando no pretérito, um caso particular pode se associar na bestialidade dos espanhóis com o império Asteca. Torres, fortificações, a Nova Espanha! A designação não viria à toa, se não fosse uma as similaridades com o contingente populacional sistematicamente organizado entre grupos e funções, além de uma rede de comercio ativo entre mercadores regionais. A topografia formava o fascínio em face montanhas e quedas d’água, ao som do medo, tendo labirintos em uma região de terra íngreme e cheia de desfiladeiros.
Centralizar o poder é uma forma de coesão. Escolhidos as armas, a dinâmica social ganha sentido na mítica da guerra. Consumando um ideal maniqueísta, a própria representação e veneração dos seus ídolos coagem no símbolo do sangue. Em adicional, o culto aos seus ídolos sempre ocorriam em locais altos, em uma forma de manter um dialogo direto com a divindade.
Contudo, as marcas se fixam ao formarmos um círculo, colocando na extremidade a pluralidade asteca e no seu centro um soberano. A estabilidade em uma voz, que timbra diferentes tons, cessa uma ordem com sua morte. Formulando o caos, eis que surge uma visão escatológica da história. 

*trabalho de His. América Latina
THIAGO VENICIUS DE SOUSA
GRADUANDO BACHARELADO EM HISTÓRIA - UFPI
REFERÊNCIA: 2º Carta ao Rei da Espanha, de Hernán Cortez

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

♥ 97

As vezes é preciso filtrar do tempo o significado de direção. Parar e admirar a paisagem... e ver, mesmo no vazio, virgulas que coloquem vc naquilo que chamo saudade. Me espera na squina, tou indo ae pra te dxar um bj.
 

....passamos pela vida de maneira tão rasa que as vezes esquecemos que a música é capaz de formar um dos mais belos caminhos. Não é a felicidade - pq nem só de singulariades preenchemos nossa existencia - mas é capaz de filtrar significados pessoais em busca de um objeto ideal. Passeando pelos tons da minha vida e mais um playlist encontrei Amy... e um recadin: Quando é que nós vamos arranjar tempo para sermos apenas amigos? 
(Just friends) ---() tudo começou assim
 

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

#contraoaumento

A Capital piauiense pega fogo, em mais um dia de protesto contra o aumento da passagem do coletivo de R$ 1,90 para R$ 2,10. Pode ser insignificante para alguns, mas faz muita falto no fim do mês. A vida acaba timbrando essa velha música: “a vida é feita de escolhas”. Marque sua opção e sustente com suas armas, o que seria melhor? Almoçar no final de um expediente ou guardar o dinheiro com medo de não conseguir voltar pra casa??
O movimento dos estudantes é legitimo e por uma causa nobre! #contraoaumento

Pra quem não via significado nos monumentos históricos de Teresina, ta ae um lembrete

Insuflar o ego e abri a boca pra dizer “baderneiros”, “bando de desocupados”, “extremistas”, “irresponsáveis” e “vândalos”, move um tom de insegurança na população, essa que se resume aos que não conhecem de perto, viram ou participaram dessa formação estudantil. É fácil condenar, apontar o dedo na cara e pulsar: CULPADO!
Ainda não vi um movimento revolucionário se resolver com dialogo e, se tem... me avisem por favor! Como todo "fim" tem um inicio, os primeiros passos foram feitos na base de dialogo... e para os mal informados, a reação politica é contra a redução do preço. A manifestação dos estudantes é nada pra eles? É o que parece... Ao menos seu posicionamento é irredutível!
Em frente a prefeitura de Teresina esperando o resultado, negativo


Avenida Maranhão sendo ocupada



correria e mais ônibus quebrados


Manifestantes ocupando a ponte do Poty (Juscelino Kubitschek)


 Para os filho de papai, aqueles que têm transporte próprio ou os que não dependem de coletivos para locomoção, não adianta manter um dialogo... Convido para participar, e ver a realidade do movimento estudantil!. Condene, faça sua algazarra... mas tenha bons argumentos para me fazer mudar de opinião. E no final, mordam a língua com a verdade...  #contraoaumento


Avenida Frei Serafim X Miguel Rosa




Não estamos em um mundo fechado, bonitin ou dentro de uma bolha, seguros de qualquer força negativa. Está na hora de acordar! Não só de estudantes, que lutam pela causa, é feito o movimento. Tem sempre um, dois, ou um bando de irresponsáveis que se aproveitam da situação pra exalar o mal, fazer a VERDADEIRA BADERNA!
Se quisermos mover, levar a sociedade ao progresso e transcender o bem estar físico do ser humano a paz! Que seja pelo dialogo ou em último caso pela guerra.




primeira radicalização do movimento - Aveida João XXIII