O bom de manter um dialoga “construtivo”, é que você acaba aprendendo um pouco do outro, e assimilando pra si os [afins]. Seria só isso? Claro que não.
As vezes me pergunto se me enquadrei a um sistema*, ou as pessoas pararam no tempo. Enquadramento no sentido dialético, já que a prática da leitura, direta ou indiretamente, acaba por impregnar na sua fala um novo vocabulário. Em uma cápsula externa, tem sempre aquele comentário furreca: ...quer se aparecer???. Bom, prefiro me abster de maiores comentários, pra não denegrir de forma simbólica esse ser... a qual recuso adjetivos.
Gosto sempre de dizer que a vida é uma comédia. As mesmas piadas, circunstâncias, e o velho palhaço: gordo, sem graça, distribuindo pirulito pop.
Tem sempre alguém pra tudo nessa vida! O sério: que não rir por nada desse mundo, mas corteja a morte como excentricidade. Seria uma exceção? Minha arrogância birra essa generalização.
O idiota: não existe circunstancia pra exalar seu odor. Ele quer impregnar em você, ser seu amigo, te ligar (sempre com a velha musiquinha – “tandan tan dan dan .... tan dan dan”)trocar confidencias, dividir o lanche (acredite, até a bolacha de água e sal), assiste “Vale a pena ver de novo” (e nas cenas “quente”, narrando: Meuu Deuuus! Ele vai matar ela agora! Olha ali, ooolha ali!... sai, sai ,sai.. ele está atrás de tiii.... [...]).
Tenho um mal horrível, que é mudar de assunto, e não terminar o outro. Mas me veio agora em mente uma música, Olhos verdes (Amado Batista)... tocada na minha infância triste, apenas com farofa de feijão e farinha na lata de manteiga suja... ahhhh! Minha infância! Aquilo sim, era vida. Barria grande, boca suja de farinha, sem preocupações. Só no Digmon, Power Ranger, Pokemon, Invasor Zim... todo preguento, de sair correndo que nem doido no meio do “sol quente”. E minha mãe gritando: filho da peste sai desse sol. Amo mamãe, sempre me enche de palavras positivas.
[...]
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