Vivemos em um mundo de possibilidades. Onde a distancias não se soma ao isolacionismo geográfico e sociocultural, figuradas no acesso limitado nas trocas de informações para com regiões adversas do globo, a exemplo recorrente do século passado, já que nossa “era” aos moldes da explosão tecnológica, transforma o mundo real em uma sociedade global. O acesso a esse novo fluxo de informações cria uma passagem ao pluralismo de culturas, e ao mesmo tempo “asfixia” um corpo, nos tramites da dependência tecnológico.
O capitalismo que se estrutura na “teia” social, cria uma identidade nacionalista. No processo de sua evolução, notamos a necessidade de mudar seus parâmetros para se “enraizar” cada vez mais nessa conjuntura econômica. De forma que, a nutrição desse sistema é à força de produção em associação as relações de produções. Sendo assim, seu “pré-evolucionismo”, nas bases do sistema mercantilista, foi um engate primordial para o seu “então sucesso”.
Quando abordamos a idéia de identidade nacional, lembramos que durante a primeira fase do capitalismo, existiam “núcleos isolados” e concentradores da monetariedade do capital. Com a mudança do “eixo” econômico para as “periferias” do globo, fica claro a emergência de novas potêcias econômicas. E por conseqüência, uma defasagem do ideário capitalista: pensar para agir, agir para modificar. Isso tudo na correlação da força de trabalhado, que foi essencial para o ideário de progresso. E modificar, na ótica de redefinir uma nova paisagem social, desligada de um atraso agrícola e rural.
Nesse verdadeiro jogo econômico, as peças que “compactam” esse tabuleiro, edifica as sociedades nacionais uma imagem, no decorrer dos processos desenvolvimentista com as posteriores relações e complexidade do sistema capitalista, que será sua dependência as sociedades globais. A segunda torna-se aos poucos, uma verdadeira articuladora da “dinâmica” social. Em termos gerais, nos ditos de ações político-econômicos, enquadramento de “condutas” no seu imaginário ideológico, formas culturais que serão “adotadas” por algumas sociedades nacionais, na especificidade da “falta” de força e punho do estado nação, que em recorte analítico, resulta na força externa da sociedade global para com a nacional.
Em diferentes níveis e impactos, o capitalismo que se formata no século XIV nada se compara com as dependências do século XX. As mudanças ao longo prazo, trazem com sigo dúvidas sobre sua estadia nas estruturas, sua permanência. E ao mesmo tempo o desgaste físico de seu projeto idealizador: as diferenças regionais que só aumenta no decorrer dos anos, alastramento das desigualdades técnicas, e por conseqüência desse processo, a fome.
O capitalismo se desenvolve em caráter “sugador”. Precisa de sempre mais. Sua satisfação fica em face dos métodos que encontra em gerenciar essas “desigualdades”, ao criar portais de acessibilidades. O meio de integrar esses “flagelados depressivos da tecnologia”, se dar na criação de vários consumidores. E como ficaria a proposta de um arremate final? Nas idéias mais “óbvias” de quem produz e quer um mercado consumidor e fiel: reduzindo processo de produção, ao baratear preços de produtos.
FONTE: (IANNI, Octavio. A sociedade civil mundial, In: A sociedade global)
*trabalho de Introdução a Sociologia
THIAGO VENICIUS DE SOUSA
GRADUANDO BACHARELADO EM HISTÓRIA - UFPI
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