Tornamo-nos capacitados a construir nosso pensamento em teorias, essas reativadas ao tempo, e talvez... Medidas no presente. Tudo é móvel... E quase nada se prende a uma estrutura. Digo isso na forma mais simplista de um cotidiano, ao habito costumeiro do “ser”.
De uma anestesia geral da vida, o que me cabe ao momento é um bom livro. Nada mais prazeroso que se prender “a selva de letras” (descobrir/ explorar). Recordo-me parcialmente os ditos de um nobre estimulante – as vezes preciso ser “provocado” pra agir, ou até me habilitar a pensar, colocar reagentes nessa massa cinzenta que chamo de cérebro – que o “conhecimento” pessoal não se adquire no ócio. “Se vira”... “Estudar doi” (risos)... “Quem falou que seria fácil?”. – Adoro essas motivações.
Seguindo as migalhas, consegui absorver a mensagem e, transformar, ou de forma não tão modesta, criar meu código reativo na preponderância dialética
... é, aprendi rápido!
E nessa energia de desafios, duvidas, submissão do “sei mais do que você” (uuuuraaraaraaaaa (risos maquiavélicos))... adquiri por habito a leitura. Diferente das tradicionais, essa é movente da minha curiosidade... e por sinal, me dar mais prazer. Pretensões de “abraçar o mundo de um só vez”, essa fase esta sendo uma descoberta.
Clicando no play... começa o “jogo”. É ridículo dizer que a vida é assim, mas... ironicamente essa “didática” prende adeptos. E a realidade pode ser transportada nesse enquadramento simplista, sem densidade.
As folhas caída no chão, e as marcas do tempo...revivo um momento não tão “legal”. Eu diria não as situações reversa a meu bem estar físico e emocional... “NÃO, NÃO, NÃO!!!”
Hoje em dia, me deparo com a simbologia do “NÃO”. O que seria mais controverso sua negatividade ao eu positivo? Não em minha acepção semântica, mas a terceira voz do passado. Você consegui assimilar uma diferença... é perceptível colocar o “NÃO” em seu lugar... e, sua “flexibilidade” é INCRIVEL... de um “NÃO” , ao dito do “SIM”.
Acredito que não me suportaria a esse ponto... quem dirá, aceitar essa objeção.
Me torno aqui a pensar... é engraçado... não a motivação de “diagnosticar” essa situação, mas analisar com outos aspectos (digamos... mais requintado);

Adorei, nossa as vezes te acho um louco,um psicotico, mas nessa ua psicopatia e loucura existe algo mais, um menino com alma de homem e que observa as coisas de maneira mmais complexa que muitas visões por ai.. adorei o texto... bju se acha d emais não viu ,kkkk Licy
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