“Que eu sem você, é como você sem mim”.
(Vanessa da Mata)
O bom de está só é que você acaba percebendo que existem, sujeitos “sociáveis”, interessados por uma alma em luto. O silencio promove essa percepção.
A felicidade! ...a minha felicidade, se nutri de um bom sorriso. Não da terceira voz conjugada, mas o meu... comigo mesmo. É nesse momento que me sinto... e me retrato: estou feliz.

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