Apaixona as palavras, e faz d’elas mais do que uma soma. Forma a oração em meus pensamentos, o verbo do querer entre adjetivos... o predicado que contradiz tua sensibilidade. Põe em duvida... nada mais certo: te amo?
Consumo meu interior, e deixo os sentimentos acabarem a rigidez do peito. A mente cala. Apenas, permito-me.
...Noite clara, nas margens do sol, um quadro escuro no lumpinm das luzes... mas uma noite entre giros; obstáculos da minha apática com o silêncio...
“As coisas não precisam de você, quem disse que eu tinha que precisar? As luzes brilham no Vidigal, e não precisam de você. Os dois irmãos também não precisam...
[...] Outros olhos e armadilhas, outro olhos... sem armadilhas.”
(Marina Lima – Virgem)

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