Aliás, próximo de uma fábula ensebada de romantismo, não há um conto de fadas.
Duas horas olhando o céu [...], caminhando no sólido das nuvens, entre as chamas do sorriso e o estar cinza d'alma, consigo pulsar os dedos na madeira oca do teu tempo. A boca, o rosto, o verbal dos olhos e o texto corrido da sobrancelha.
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