terça-feira, 15 de março de 2011

Passos na universidade 2 - trote acadêmico

Sempre que ouvimos falar em trotes acadêmicos, vem sempre aquela imagem bizarra de “brincadeiras de mau gosto”. Isso é relativamente comum, e o imaginário segue alto nas cenas de bebedeira, ferimentos, chacotas, humilhações e etc... mas, “não podemos simplificas”, já diz nossa amada professora Eli. Realmente, “isso é muito mais complexo”.
 Sou a favor do trote universitário, em detalhes... de uma ação leve, sem humilhações, rebaixamento verbal, e tantos outros exemplos, aqueles... que podemos tomar como dito, nas regiões do “sul” do Brasil.
 O trote acadêmico vai mais que um bom senso e excitação pessoal, em receber os novos acadêmicos, os famosos calouros, com as BOAS VINDAS D’CASA... Irônico não?
Há quem diga... mesmo que seja uma receptividade “branda”, é sempre “uma brincadeira de mal gosto”.
Que isso pessoal? Cadê o espirito!!!... Um pouco de tinta não faz mal a ninguém.. “ouvi dizer que faz bem pra pele, realça o brilho natural... e a melanina.. hum! Fica mara! A goma, é um brinde, que é incluso no pacote,  destaca seres perspicazes!!! Únicos ...” (risos).
Brincadeiras a parte, o trote acadêmico tem que ser visto como uma etapa na vida... ou melhor, o batizo! O seu nascimento na universidade...

Essa é a segunda turma de Bacharel em História da UFPI 2011.1
imagem: arquivo pessoal



O prazer se forma nas pequenas coisas, nas descobertas, viagens em devaneios, fora de um ostracismo repressor... Faço História! Amo meu curso... em diferente categoria, não um simples licenciado... Bacharel!
Ae Você pensa... “que preconceito chato”; é...  infelizmente isso ocorre;
Nos corredores é fácil ouvir tal “afronta” para NÓS, simples e em escala reduzida de graduandos; apenas em escala, a potencialidade pessoal do grupo não se mede a uma estatística numérica... vai muito além, e é claro, somos pesquisadores... o trunfo em mãos corre paralelo a responsabilidade, entenda bem, BA-CHA-REL.... não licenciado; (risos)
Deixando um pouco as correntes do preconceito, isso é uma richa sem muito fundamento. Um bom aluno de História, não foge dos estereótipos de um louco, e porque seria diferente se conforma, abaixar a cabeça pra uma ação negativa, que põe um patamar de superioridade em duas áreas tão similares? Sendo o alvo mestre nos dois ofícios, um  prognostico obvio: o amor a História.

Um comentário:

  1. Eita Viny eu não conhecia esse seu lado blogueiro!
    Gostei, estou acompanhando você viu!
    Desculpa a expressão "K.A.R.A.L.H.O" esse seu relato está perfeito!Parabéns!
    O tempero está ótimo;
    intelectualidade, humor, einformação!

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