Começo acreditar que a despedida não é tão doce, quando você não é o agente da ação. Nesse momento me vem uma velha frase, de que “a vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez”. Bom, não tenho péssima memória para acontecimentos que arranham e saúdam minha vida.Questionaram-me uma vez se tenho Rancor? Mágoa? E me pediram desculpas por tudo... hoje, posso dizer que tive sentimentos. E as desculpas? Nunca aceitei, assim como não aceito, por não precisar. Somos seres humanos, e mergulhamos às vezes em nossa própria estupidez: pelo egoísmo, pra nutrir nosso ego, para diferenciar o estar feliz da lucidez. Mas, aliás, o que é felicidade? Um balde de subjetividade para os filósofos em seu tempo, que rasgam os corações com suas definições vagabundas. Deixam de viver, ou se vivem, só sentem como um gosto amargo na boca.
Felicidade... Felicidade... Felicidade... Sou esse filósofo vagabundo, que criar suas definições e vive seus pressentimentos.
Tive uma dessas sensações recentemente... e a imagem que vi um dia nas ruas, a materialidade que meus olhos mentiram, era aquele sorriso de adeus. Mais uma página no livro das recordações. Felicidade :)
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